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por coroinhasbravo

Precisamos ser livres como Jesus

“Ninguém tira a minha vida, eu a dou por mim mesmo” (Jo 10, 18a).

Nós precisamos ser livres como Jesus, ter a coluna vertebral firme, para vivermos a nossa liberdade com responsabilidade e discernimento, comprometidos com o nosso caminho de conversão, com as pessoas com as quais convivemos e com todas as pessoas que Deus puser na nossa vida.

Como pessoas livres precisamos ter as rédeas da nossa vida nas mãos, de forma a não ficarmos de um lado para o outro sem saber para onde ir, ao sabor da onda, simplesmente conduzidos por tudo o que nos falam.

Deixemo-nos conduzir por Jesus, o Bom Pastor, porque Ele é o nosso único e verdadeiro Pastor e, como Suas ovelhas, precisamos ouvir a voz d’Ele e segui-Lo.

Senhor Jesus, Bom Pastor, queremos hoje e sempre ser conduzidos por Sua voz, para não nos desviarmos do verdadeiro caminho.

Jesus, eu confio em Vós!

por coroinhasbravo

“Os jovens são esperança do futuro e força vital para o presente da Igreja e da sociedade” (Papa Bento XVI)

Após nove dias de sua visita como Santo Padre ao Brasil, o Papa Bento XVI, já na cidade do Vaticano, fez um balanço de sua viagem apostólica ao Brasil. Bento XVI veio ao Brasil para a abertura da 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, realizada na em Aparecida (SP), em 2007. Sua chegada aconteceu no dia 9 de maio e sua partida no dia 14. Durante os dias que esteve no Brasil, Bento XVI cumpriu uma extensa agenda de compromissos.

Em Audiência Geral, no dia 23 de maio de 2007, Bento XVI recordou sua viagem apostólica ao Brasil dizendo: “depois de dois anos de pontificado, finalmente tive a alegria de visitar a América Latina, que tanto amo, e onde vive, de fato, uma grande parte dos católicos do mundo”.

Bento XVI destacou que a “viagem, teve antes de tudo o valor de um ato de louvor a Deus pelas ‘maravilhas’ operadas nos povos da América Latina, pela fé que animou sua vida e sua cultura durante mais de quinhentos anos”.

Sobre o Brasil, o Santo Padre disse que “é um grande país que custodia valores cristãos profundamente arraigados, mas vive também enormes problemas sociais econômicos. Para oferecer uma solução, a Igreja deve mobilizar todas as forças espirituais e morais de uma comunidade, buscando convergências oportunas com as energias sãs do país”.

Ainda sobre o Brasil, Bento XVI afirmou que “é também uma nação que pode propor ao mundo um novo modelo de desenvolvimento: a cultura cristã pode inspirar uma ‘reconciliação’ entre os seres humanos e a criação, a partir da recuperação da dignidade pessoal na relação com Deus Pai”.

No balanço o sucessor de Pedro ressaltou a canonização do primeiro santo nativo do país: Frei Antônio de Sant’Ana Galvão, dizendo que “seu testemunho é mais uma confirmação de que a santidade é a verdadeira revolução, que pode promover a autêntica reforma da Igreja e da sociedade”.

Sobre o encontro que teve com os bispos do Brasil, na catedral de São Paulo, Bento XVI falou de seu alerta para “prosseguir e reforçar o compromisso da nova evangelização, exortando-os a difundir, de forma capilar e metódica, a Palavra de Deus para que a religiosidade inata difundida entre a população se torne mais profunda e se transforme em fé madura e em adesão pessoal e comunitária ao Deus de Jesus Cristo”.

Em suas palavras, Bento XVI fala que “o cume da viagem foi a inauguração da 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano”. Diante do tema “Discípulos e missionários de Jesus Cristo para que nossos povos nele tenham vida. ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida’”, o Santo Padre explicou que “a palavra ‘discípulos’ faz referência, portanto, à dimensão formativa e ao seguimento, à comunhão da experiência vivida, da verdade e do amor conhecidos e assimilados”. E reforça dizendo que “ser discípulos e missionários implica um vínculo íntimo com a Palavra de Deus, com a Eucaristia e com os demais sacramentos, viver a Igreja em escuta obediente de seus ensinamentos”.

Bento XVI destacou ainda seu encontro com os jovens ressaltando que eles são “a esperança do futuro e força vital para o presente da Igreja e da sociedade”. O Santo Padre finalizou o balanço encomendando os frutos da viagem “à materna intercessão da Virgem Maria, venerada com o título de Nossa Senhora de Guadalupe, como padroeira de toda a América Latina, e ao novo santo brasileiro, Frei Antônio de Sant’Ana Galvão”.

por coroinhasbravo

Homem de coragem – Espelho para os Católicos

Ainda estou muito triste pela noticia da renúncia do nosso querido Papa Bento XVI, mais essa atitude que ele tomou me fez refletir sobre varias coisas que me fez orgulhar ainda mais de pertencer a essa religião e ter como representante esse homem tão forte.

O Cristianismo é a maior religião do mundo com aproximadamente 2,3 bilhões de adeptos, sendo que a maior parte é pertencente a Igreja Católica Apostólica Romana, isso torna o Papa o maior representante religioso do mundo. O Papa é o nosso Pedro, o representante que Jesus nos deixou, um Santo homem, aquele que está mais perto de Deus, é o homem escolhido por Deus para conduzir o Seu rebanho, um homem, que iguais a todos também tem usas fraquezas, mas por ser tão próximo de Deus tem o discernimento para tomar as decisões mais corretas perante a vontade de Deus.

Quem em toda a Igreja Católica ão quer chegar perto do Papa? Receber a sua benção? Entre os vocacionados quem não que ocupar esse cargo? Ser Papa, alem de tudo o que foi dito no paragrafo anterior também tem a questão do status, o Papa é conhecido no mundo inteiro, reis se curvam diante o Papa, basta lembrar da última JMJ, e quem em sã consciência se abdicaria deste cargo? O Papa Bento XVI usando toda sua humildade e fortaleza renunciou o Papado por questões de saúde.

Agora me diga, é fácil dizer a poucas pessoas que você está fraco? Imagina então dizer ao mundo inteiro? E ser a pessoa que o mundo inteiro espera ser a mais forte. O Papa mais uma vez me mostrou o homem que ele é, ele fez a sua parte, e muito bem feita, mostrou ao mundo o que realmente a Igreja pensa não se importando com as criticas e que apesar de ter sido muito duras ele aguentou com muita firmeza

Muitas vezes não sabemos a hora de abandonar o barco, de perceber que outra pessoa irá ser melhor em certa função do que a gente, muitas vezes por não querer dar o braço a torcer, ou por causa do nosso ego, o Papa Bento XVI nos mostrou que nada disso importa, basta fazer a sua parte e ser fiel a vontade de Deus.

Rezemos pelo Papa Bento XVI e também pelo nosso futuro Papa, rezemos por nossa Igreja que passará de 15 a 20 dias sem um Papa, e que sempre possamos ter um representante assim como nosso querido Joseph Alois Ratzinger.

Papa Bento XVI nós te amamos e amamos a nossa Igreja Católica Apostólica Romana, o senhor ~e um espelho para todos nós por tudo que o senhor fez em sua vida pela nossa Igreja!

por coroinhasbravo

lectio_noticia_JMJ

Um novo instrumento de preparação para a Jornada Mundial da Juventude Rio2013 estará disponível para os jovens a partir do próximo mês. É o canal “Prepara-se”, que todo mês, até a JMJ, disponibilizará conteúdos para a formação espiritual dos peregrinos, como a Lectio Divina jovem, que é a Leitura Orante voltada para os jovens, com um tema diferente a cada mês.

Segundo padre Anísio José Schwirkowski, que reuniu esse conteúdo, seguindo o lema da JMJ Rio2013, “Ide e fazei discípulos entre todas as nações (Mt 28, 19), a Lectio Divina tem o objetivo de preparar o coração do discípulo no encontro com o Mestre. “Muitas vezes, num encontro, a coisa mais bonita é a preparação. O evento tem outro gosto quando você se prepara bem. Então, queremos formar o coração do discípulo com a Palavra. É ouvindo a Palavra, partilhando-a e colocando-a em prática que se vai formando o discipulado”, destacou.

No canal, serão publicados o subsídio para os jovens realizarem a Lectio Divina e um manual com orientações para os guias, que são aqueles que conduzirão as reuniões. Entre as dicas, estão o tamanho ideal do grupo, que deve ter de 10 a 15 pessoas, a necessidade de uma preparação cuidadosa de cada encontro pelos guias e a utilização das novas mídias, sobretudo as redes sociais, para o contato constante entre os integrantes do grupo.

De acordo com o sacerdote, esta Lectio Divina jovem foi preparada por especialistas. “Um biblista que já esteve mais de 20 vezes na Terra Santa escreveu os comentários para cada Lectio Divina de forma exclusiva. Então, são comentários novos. E também as dinâmicas que são sugeridas para os guias foram preparadas também por um especialista”

por coroinhasbravo

Hino CF 2013

Cartaz_CF_2013

1 – Sei que perguntas, juventude, de onde veio

Teu belo jeito sempre novo e verdadeiro.

Eu fiz brotar em ti desde o materno seio

Essa vontade de mudar o mundo inteiro.

Refrão:

Estou aqui, meu Senhor, sou jovem, sou teu povo!

Eu tenho fome de justiça e de amor,

Quero ajudar a construir um mundo novo.

Estou aqui, meu Senhor, sou jovem, sou teu povo!

Para formar a rede da fraternidade,

E um novo céu, uma nova terra, a tua vontade.

Eis-me aqui, envia-me Senhor! (2x)

2 – Levem a todos meu chamado à liberdade

Onde a ganância gera irmãos escravizados.

Quero a mensagem que humaniza a sociedade

Falada às claras, publicada nos telhados.

Refrão

3 – Para salvar a quem perdeu a esperança

Serei a força, plena luz a te guiar.

Por tua voz eu falarei, tem confiança,

Não tenhas medo, novo Reino a chegar!

Refrão

por coroinhasbravo

2º Domingo do Tempo Comum / Ano C

“Cantai ao Senhor Deus um canto novo, manifestai os seus      prodígios entre os povos!” Salmo 95

 
PRIMEIRA LEITURA – Is 62,1-5
Teria Deus abandonado sua esposa Jerusalém por causa da infidelidade do seu povo? Teria Deus anulado a aliança feita outrora com Judá? O abandono total em que Jerusalém estava no pós-exílio suscitava essas perguntas. Mas a resposta é não. Javé não abandonou Jerusalém. O profeta anônimo (o 3º Isaías) vai levantar o moral do povo. Nosso texto, de fato, é visto como um poema nupcial. Javé vai voltar. Ele saiu apenas para executar a justiça contra os que exploram seu povo. Ele não vai se calar, nem terá sossego, enquanto a justiça de Jerusalém não brilhar como a aurora, e a salvação dela como um farol (v. 1). Reis e nações verão sua justiça e sua glória (v. 2). Todos alertarão que Javé está do lado dos sofredores e oprimidos. Com um amor e zelo de esposa, Jerusalém será uma coroa magnífica, um diadema real na mão do seu Deus (v. 3). Essas figuras poéticas traduzem a aparência de Jerusalém vista de longe. Seu nome será trocado de “Desolada” e “Abandonada” para “Minha Delícia” e “Desposada”. Estamos diante de expressões nupciais carregadas de afeto e ternura, pois o amor de Javé é grande para com o seu povo (v. 4). O v. 5 aponta para as delícias da vida a dois, a doação mútua numa lua de mel para mostrar que o perdão de Javé para o seu povo é total e seu amor não perdeu o entusiasmo e o encanto do primeiro amor. Javé está apaixonado por Jerusalém e fará dela o seu encanto diário diante de todas as nações. Nosso relacionamento para com Deus carrega esta sensibilidade do amor de Deus para conosco?
SEGUNDA LEITURA – 1Cor 12,4-11
Um dos inúmeros problemas da comunidade de Corinto era a questão dos carismas. A comunidade estava valorizando unicamente os carismas vistosos, que causavam impacto como falar em línguas, profetizar, fazer milagres. O importante para muitos da comunidade estava sendo “aparecer” com seus dons extraordinários. Em 14,23 percebemos que havia um tumulto na assembleia, todos querendo falar em línguas ao mesmo tempo. O apóstolo fez uma crítica severa dizendo que alguém de fora poderia achar que o grupo estava louco. Estamos diante de um reducionismo dos dons do Espírito, pois o Espírito é muito maior do que estes simples carismas e seus dons são incontáveis e ninguém pode limitar o Espírito de Deus. O Espírito distribui seus dons conforme sua própria vontade (v. 11) sem discriminação nem privilégios. Os vv. 4-6 dizem que o Espírito é o mesmo diante da diversidade dos dons, o Senhor é o mesmo diante da diversidade dos serviços, o Deus é o mesmo diante dos diferentes modos de agir. Aqui está afirmado que a fonte de tudo é a Trindade-Comunhão. Sem comunhão entre si e comunhão com a Igreja, o grupo carismático é uma mentira religiosa, um contra testemunho do Espírito. O elenco dos carismas é apresentado nos vv. 8-10 e a origem de todos é o mesmo Espírito. O v. 7 salienta a finalidade dos carismas: não é para aparecer, mas para utilidade (edificação cf. 14,5.12) de todos. Por fim devemos observar que os carismas mais ambicionados pela comunidade são colocados em último lugar: a profecia no penúltimo e o dom das línguas em último, como mais insignificantes. Os grupos carismáticos de hoje também precisam saber disso para não repetirem o erro dos corintos que estavam se agarrando ao periférico, no secundário em detrimento do mais essencial. Além disso, esses dois dons, estão submetidos a outros dois carismas de controle: o discernimento dos espíritos para testar a autenticidade da profecia e o carisma da interpretação para que os dons das línguas não seja balbucio inútil, mas sim edificação para a comunidade.
EVANGELHO – Jo 2,1-11
Este episódio é muito rico e carregado de simbolismo. Jesus está substituindo a antiga aliança por uma nova aliança. O relacionamento entre Deus e o povo de Israel era visto pelos profetas em termos de aliança matrimonial. Vamos fazer um rápido comentário. No 3o dia – expressão técnica que lembra a ressurreição de Jesus. Equivale ao 6º dia da criação, onde o homem é criado. Com sua ressurreição Jesus refaz a criação (cf. Jo 20,22) para celebrar, não mais no sábado mas nos domingos, (cf. Jo 20,19), a festa da nova e eterna aliança de Deus com os homens. “A mãe de Jesus estava lá”. O v. 6 diz que estavam lá também seis potes de pedra, representando a antiga aliança (dada em tábuas de pedra – os 10 mandamentos). A mãe de Jesus, portanto, simboliza o Antigo Israel fiel a Deus. De onde vem este simbolismo que a mãe de Jesus representava o Antigo Israel fiel? Vem do paralelismo entre as duas expressões estava lá (para a mãe de Jesus) e estavam lá (para os potes de pedra). Ela pertencia aquele povo da antiga aliança, mas era o resto fiel que vai gerar a Nova Aliança em Jesus Cristo. Enquanto a mãe de Jesus estava lá, Jesus e os discípulos que representam a Nova Aliança foram convidados. “Faltou vinho” e a mãe de Jesus constata isso diante de Jesus. A falta de vinho significa que a Antiga Aliança estava chegando ao fim, estava sem sentido, não produzia mais alegria. Vamos perceber no v. 6 que os potes de pedra que serviam para os ritos de purificação também estavam vazios. Eles simbolizam a Aliança do Sinai feita em tábuas de pedra. Mas tudo agora é um vazio. O v. 4, onde Jesus chama sua mãe de “mulher” mostra mais uma vez o caráter simbólico representativo da mãe de Jesus (cf. Jo 19,26). Jesus mostra a sua mãe que a Antiga Aliança não tem mais razão de ser. Ele vai inaugurar uma Nova Aliança, quando chegar a sua hora. A hora de Jesus se manifesta plenamente no momento da sua morte. Ali também sua glória e a glória do Pai serão plenamente manifestadas. A mãe de Jesus entende que o filho vai antecipar sua hora. Então ela dá uma ordem aos que estavam servindo. A ordem é fazer o que Jesus mandar. Os serventes simbolizam os discípulos de Jesus, os convidados da Nova Aliança, aqueles que fazem a vontade de Jesus. A ordem de Jesus é encher de água os potes vazios e os serventes a cumprem com precisão. Depois, Jesus manda tirar a água e levar ao mestre-sala. Aqui está a maravilha: a água levada é transformada em vinho de ótima qualidade. Interessante! O milagre acontece fora dos potes (cf. v. 9). Isto significa que Jesus não vai remendar a Aliança Antiga, mas substituí-la. Ele traz uma aliança Nova em seu sangue. O vinho simboliza o sangue que será derramado na cruz, onde a Aliança Nova será consumada. Jesus substitui a Lei, dada por Moisés, pelo amor misericordioso, pela graça que ele mesmo traz. (cf. 1,17). Para os profetas, quando viesse o Messias, haveria abundância de vinho. As seis talhas equivaliam mais ou menos a uns 600 litros de vinho. Isto significa que o Messias chegou mesmo, na pessoa de Jesus. Jesus é o esposo da Nova Aliança, do novo povo de Deus. O mestre-sala representa os dirigentes do povo. Percebemos como eles estavam por fora da situação do povo. Eles não cuidavam mais das necessidades do povo. O povo estava carente e abandonado. Mais uma vez lembramos o fim da Aliança Antiga. Jesus começa assim seus sinais. O sinal maior do seu amor misericordioso será a morte na cruz (cf. 15,13). Aqui ele começa a manifestar a sua glória. Na cruz ele manifestará a plenitude da sua glória, atraindo muitos a si.
por coroinhasbravo